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É só olhar para diversas vagas disponíveis no mercado que logo se percebe o quanto uma empresa hoje em dia não precisa ser apenas ela, tem que ser cativante e pensar que todos estão juntos, no mesmo barco, em busca do mesmo objetivo, mas será que isso é inteiramente verdade? Até onde o discurso é real?

O poder de restringir e interditar a livre manifestação de pensamento, oral e escrito, quando se considera que tal pode ameaçar a ordem vigente. Este é o conceito de uma das palavras mais abomináveis que ainda sobrevive desde séculos passados: a censura.

Já é sabido que esse modo de repressão da liberdade de expressão tem um sentido moderno de criminalizar certas ações de comunicação, tentando suprimir informações, opiniões e até mesmo a arte como um todo. Esse movimento altamente complexo por causa de suas peculiaridades (lê-se aqui interesse de partes no conteúdo informado ou divulgado) tenta manter o status de uma sociedade, ou seja, abrir os olhos para a verdade na qual todos tem o direito de saber.

Aceitar ser o segundo no mercado não é fácil, requer muita autocrítica e humildade. Em contrapartida, aceitar a derrota pode revelar um esvaziamento de valor da marca, sendo “pior” que a líder. A PepsiCo resolveu fazer da preferência pela Coca-Cola um motivo de ganho para Pepsi com uma campanha curiosa que mistura os dois lados com inteligência.

A idéia do “pode ser?”, assinada pela  AlmapBBDO é bem interessante vista como um meio de mostrar aquilo que já acontece quando não tem uma Coca-Cola no estabelecimento: “Não tem, tem Pepsi, pode ser?”. Isso para mim é uma maneira de enxergar a fundo o público alvo e, melhor, seu perfil e costume. O público da Pepsi prefere Coca, mas não liga de experimentar outra marca para satisfazer sua vontade e é nessas pessoas sem fidelidade a marca que a segunda colocada no mind share se aproximou do seu objetivo.

Quando a empresa quer aumentar suas vendas e acha no e-commerce a forma ideal de garantir isso, ela deve estar ciente que por trás de todo serviço virtual há uma estrutura própria no real. Os sete famosos Ps de Marketing (Preço, Praça, Promoção, Produto, Prova Física, Pessoas e Processos) são esmiuçados no ambiente virtual e alguns desses se tornam mais importantes que os outros. Vejamos alguns pontos:

–> Preço: Geralmente o ambiente virtual dispensa o PDV físico e real (não que a empresa possa ter os dois, muito pelo contrário) e vende produtos com preço menor por não precisar pagar aluguel, água, IPTU, entre outros impostos. Porém, não é por isso que o preço será o de fábrica, afinal há uma estrutura por trás que deve ser mantida. Se o empresário quer começar um negócio online terá que levar em conta quem produz, quem empacota, quem envia, quem promove, o aparato tecnológico utilizado, ou seja, quase tudo igual a uma empresa “convencional”. Na hora de formar o preço, ele ficará menor, mas nem tanto, visto que o lucro é o objetivo sempre e sem viver nada sobrevive.

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